Agora com algumas idéias... Mas e o ideal?

Primeira pedalada do ano



Depois de um longo tempo sem sair com a bicicleta, resolvemos neste último feriadão no Rio (20 de Janeiro, dia de São Sebastião - Padroeiro da Cidade) aproveitar o solzão de verão e finalmente estrear a sapatilha outdoor, pois no spinning ela já está a muito sendo usada. Achando que já estava adaptado ao encaixe / desencaixe do pedal, fomos em direção à praia no Leblon, onde a Erika ficaria com a sua amiga, pra pegar um bronze, enquanto eu continuaria a pedalar. Até porque não tava afim de deixar a bike na areia. Afinal tanto zelo pra jogá-la no pior lugar de todos. Como a bike da Erika não é la essas coisas ela se deu ao luxo de jogar a bike na praia.
Continuando ao trajeto, do final Leblon, dei uma volta na Lagoa, num ritmo compatível com a ciclovia lotada naquele dia. Voltei pro Leblon, encontrei com a E. dizendo que tinha molhado o celular: o mar levou a mochila e molhou tudo. Como ela queria continuar na praia, continuei o meu caminho, indo até o Leme. O calor estava senegalesco! Na ida até o Leme, nenhum ventinho pra aliviar a caloba. Depois entendi o porquê: Estava a favor do vento. Inclusive com a caramanhola vazia, percorri toda a copacabana até de volta ao Leblon com um solzão na moleira e sem um gole de líquido sequer. Encontrei com E. no mesmo ponto de encontro e tentamos colocar as bikes no carro de sua amiga, que ofereceu uma carona. Claro que não deu né! Então paramos em um posto pra re-hidratação, comer umas frutas que levamos e prosseguir viagem rumo à Saens Pena.
Chegando no Aterro do Flamengo em Botafogo, começamos a sentir os primeiros pingos do toró que caiu no final da tarde de ontem. Pensamos que a princípio seria só uma chuva leve, então paramos perto do obelisco de Estácio de Sá para tomarmos um coco gelado e esperar a chuva passar. Que nada, começou a pingar cada vez mais forte, até que cairam também raios. Saimos então de volta para casa com pressa e medo de tomar um raio na cabeça, afinal, espaço aberto, cheio de árvores, topografia plana e próximo a grandes corpos de água é o lugar ideal para descargas elétricas.
Ao alcançarmos a Lapa, mais um desafio, se manter equilibrado, no meio do trânsito, e no meio de várias poças de chuva. Foi difícil, tivemos que sair da Mem de sá e cair numa rua paralela mais calma, até sair na altura da Frei Caneca, já no sambódromo. A apartir daí a chuva arrefeceu e conseguimos chegar sãos e salvos em casa. Mas bem molhados, diga-se de passagem...

Scout do passeio: 70km percorridos (estimados pelo bikely, pois depois de 64km o CatEye deu pau com tanta água que caiu e parou de marcar os dados), 18.3km/h de Vmed e 36km/h de Vmax. Tempo de corrigido de 3h e 31min (até o tilt do computador, no final deve ter dado quase 4h de pedal).

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